Se você se sente sobrecarregada, sem saber quem é ou qual caminho seguir — isso não é fraqueza. É o sinal de que algo precisa de atenção. Estou aqui para criar um espaço seguro onde você possa desacelerar, compreender o que está sentindo e, a partir disso, encontrar sua direção.
Atendimento online • Para mulheres no Brasil e no exterior
Essas frases soam familiares? Você não precisa continuar se sentindo assim.
"Não sei mais quem sou."
Você olha para dentro e sente que a mulher que conhecia antes parece distante. Sua identidade parece nebulosa, difícil de nomear.
"Sinto que vivo para os outros."
Você cuida de todos ao redor, mas percebe que raramente cuida de si mesma — e isso vai pesando com o tempo.
"Estou cansada o tempo todo."
Não é só cansaço físico. É um esgotamento que vai fundo — que o sono não resolve, e que você já não consegue ignorar.
"Não consigo sair do lugar."
Você percebe que quer mais, mas algo parece te travar. O tempo passa e a sensação de estagnação permanece.
"Tenho medo de decidir errado."
Cada escolha parece enorme. O peso de errar paralisa qualquer movimento antes mesmo de começar.
"Perdi a conexão comigo mesma."
Você está presente em tudo — no trabalho, na família, nos compromissos — mas sente que foi se perdendo pelo caminho.
Se alguma dessas frases tocou algo em você, existe um caminho de volta para si mesma. E você não precisa percorrê-lo sozinha.
Sou psicóloga clínica e, ao longo da minha trajetória, percebi que muitas mulheres chegavam ao consultório com uma sensação parecida: estavam cansadas, sobrecarregadas e sem saber exatamente por onde começar.
Nem sempre era uma grande crise. Às vezes, era apenas a sensação de estar vivendo no automático. De carregar responsabilidades demais. De sentir que a vida já não combinava tanto com quem elas estavam se tornando.
Foi acompanhando essas histórias que desenvolvi o Mapa ROTA — uma forma de organizar e conduzir o processo terapêutico que transforma confusão em clareza e intenção em movimento. Não é uma técnica com eficácia própria comprovada, mas um recurso de orientação que uso para dar mais direção e legibilidade ao nosso trabalho juntas.
Além da clínica, minha trajetória também passou pelas áreas de desenvolvimento humano, carreira e gestão de pessoas — atuando como Business Partner de RH desde 2017, com especialização em Recrutamento e Seleção. Essa vivência me permite compreender de perto os desafios que muitas mulheres enfrentam ao tentar equilibrar trabalho, relacionamentos, expectativas e projetos de vida.
Hoje, atendo mulheres de forma 100% online — no Brasil e no exterior — desde 2020. Meu objetivo é oferecer um espaço seguro para que você possa desacelerar, compreender sua história e encontrar clareza para construir novos caminhos. Porque nem sempre precisamos de mais respostas. Às vezes, precisamos apenas de clareza para enxergar o próximo passo.
O ROTA é a forma como organizo e conduzo o processo terapêutico — quatro movimentos que orientam nossa jornada juntas. Não são etapas rígidas em sequência: são pontos de referência que podemos revisitar a qualquer momento, de acordo com o que cada fase do processo pede.
O ponto de partida é a honestidade consigo mesma. Aqui, abrimos espaço para identificar o que você está sentindo, os padrões que se repetem, as crenças que carrega e os conflitos que ainda não encontraram lugar. Sem julgamento — apenas presença e clareza.
Com mais clareza sobre o que você sente, organizamos juntas o que realmente importa: seus valores, suas prioridades autênticas, o que faz sentido para a sua vida — não para a vida que os outros esperam de você.
Aqui exploramos os padrões que já não servem e abrimos espaço para novas formas de pensar, sentir e se relacionar com a vida. Não se trata de apagar quem você foi, mas de ampliar as possibilidades de quem você pode ser.
Autoconhecimento sem movimento permanece só dentro da sessão. Neste movimento, você sai com mais clareza sobre os próximos passos — pequenas ações conscientes, alinhadas ao que você descobriu sobre si mesma.
O acompanhamento tem direção e objetivos claros, mas sem número fixo de sessões. Respeitamos o tempo e a singularidade de cada pessoa — porque o processo terapêutico não cabe em fórmula.
Não trabalhamos com promessas de cura ou resultados garantidos. Trabalhamos com presença, consistência e um espaço de confiança para que você possa se movimentar no seu tempo.
A possibilidade de identificar o que você sente, nomear suas emoções e compreender de onde vêm — em vez de ser arrastada por elas.
Um reencontro com quem você é de verdade — seus valores, suas forças, seus limites — sem precisar caber nas expectativas dos outros.
A possibilidade de se tratar com a mesma compaixão que você oferece às pessoas que ama.
Uma aproximação do que realmente importa para você — para que suas escolhas possam partir de um lugar mais autêntico.
Menos paralisia, mais movimento. Não porque tudo ficou resolvido, mas porque você se sente mais inteira para caminhar.
A construção gradual da confiança em si mesma — para tomar decisões com mais segurança e viver de forma mais alinhada aos seus valores.
Vivo pessoalmente com a endometriose — e sei o quanto a condição vai muito além da dor física. Ela afeta a autoestima, os relacionamentos, a vida profissional, a percepção do próprio corpo e, muitas vezes, o senso de identidade.
Com formação específica em EndoPsi — Atualização para o Tratamento Psicológico da Endometriose (Faculdade FaCiência, 2024) e especialização em Psicologia e Saúde da Mulher, ofereço um espaço terapêutico que compreende essa realidade com profundidade — não só tecnicamente, mas com experiência vivida.
O acompanhamento psicológico atua ao lado do tratamento médico, nunca no lugar dele. Meu papel é cuidar da dimensão emocional dessa jornada: processar o diagnóstico, lidar com as limitações, fortalecer a autoestima e encontrar formas de continuar se movendo mesmo nos dias difíceis.
Gosto de ser honesta sobre isso — para que você possa avaliar se faz sentido para o seu momento.
O Mapa ROTA oferece uma orientação para o processo — não um protocolo fechado. Cada acompanhamento se adapta ao ritmo, à história e às necessidades de cada pessoa. Você nunca será tratada como uma etapa a cumprir.
Trabalho com Logoterapia como base — a psicologia do sentido, que compreende que parte do sofrimento humano vem da dificuldade de encontrar propósito. Aqui, olhamos não só para o que dói, mas para o que te move.
Minha atuação paralela como Business Partner de RH me dá uma lente ampliada para compreender os desafios que mulheres enfrentam ao equilibrar identidade pessoal, carreira, relacionamentos e expectativas externas.
O processo tem direção — sabemos para onde estamos caminhando. Mas sem número fixo de sessões, porque o tempo de cada pessoa é singular e precisa ser respeitado.
Por conviver pessoalmente com a condição e ter formação específica na área, ofereço um cuidado que vai além do técnico — com presença real e compreensão do que é viver com endometriose no dia a dia.
Aqui você pode ser honesta. Não precisa ser "forte" nem ter as respostas certas. Meu papel é criar um espaço onde você se sinta segura para ser exatamente quem você é — sem máscaras.
A primeira sessão é um encontro de acolhimento e escuta. Vamos conversar sobre o que te traz até aqui, como você está se sentindo e quais são seus principais desafios neste momento. É um espaço para você se sentir vista e compreendida — sem pressão e sem compromisso prévio.
O atendimento é 100% online, por videochamada, desde 2020. Atendo mulheres em todo o Brasil e também brasileiras que moram no exterior. A profundidade e a qualidade do trabalho não mudam — e a flexibilidade de agenda é muito maior.
Não existe um número fixo de sessões. O acompanhamento tem direção e objetivos claros, mas respeita o tempo e o ritmo de cada pessoa. Conversamos sobre isso juntas ao longo do processo, com transparência sobre como estamos caminhando.
Meu trabalho não é centrado em diagnósticos. Foco no processo de autoconhecimento, no fortalecimento da identidade e na construção de direção para a vida. Caso identifiquemos, ao longo do processo, que um encaminhamento complementar seria útil — como psiquiatria —, faço isso com transparência e cuidado.
Não — e é importante deixar isso muito claro. O acompanhamento psicológico caminha ao lado do tratamento médico, cuidando da dimensão emocional da condição. Se você ainda não tem acompanhamento médico especializado, encorajo que busque um ginecologista ou especialista em endometriose.
Meu trabalho não é te dizer o que fazer ou quem ser. É criar um espaço seguro para que você possa ser honesta consigo mesma, explorar o que sente e, a partir disso, encontrar o que faz sentido para a sua vida. Não há julgamento, não há agenda externa. O processo é inteiramente seu.
Você não precisa ter tudo resolvido para começar. Precisa apenas estar disposta a se olhar com honestidade — e eu estarei aqui para caminhar junto com você.
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